Como trabalhamos

Seis etapas,
sempre nessa ordem.

A ordem não é detalhe de processo. É o que separa uma carteira construída por acúmulo de uma carteira construída por decisão.

As seis etapas

  1. 01

    Entender

    A primeira conversa não é sobre investimento. É sobre você. Objetivos declarados e objetivos que ainda não foram ditos em voz alta. Horizonte de cada um deles. Necessidades de liquidez conhecidas e as imprevistas. Perfil de risco, o formal e o real, que nem sempre coincidem. Momento de vida, composição familiar, projetos, planos de sucessão, expectativa de aposentadoria.

    É a etapa mais longa e a que mais determina o resultado das outras cinco. Quem pula essa parte está apenas vendendo produto mais rápido.

  2. 02

    Organizar

    Obter uma visão organizada das informações relevantes sobre o que já existe. Posições em diferentes instituições, previdências antigas, aplicações que ninguém mais lembra por que foram feitas, imóveis, participações societárias.

    O objetivo não é julgar o que foi feito. É colocar tudo na mesma folha, porque é impossível decidir sobre o conjunto sem enxergar o conjunto.

  3. 03

    Definir prioridades

    Conectar cada parte do patrimônio a um objetivo e a um prazo. A reserva de emergência não tem a mesma função do dinheiro da aposentadoria, que não tem a mesma função do capital destinado a um projeto de cinco anos.

    Tratar tudo como se fosse a mesma coisa é o erro mais comum, e é ele que produz carteiras arriscadas demais para o curto prazo e conservadoras demais para o longo.

  4. 04

    Estruturar a alocação

    Estabelecer a distribuição entre classes de ativos de maneira compatível com o perfil, os objetivos e os horizontes definidos nas etapas anteriores. Quanto em renda fixa, quanto em renda variável, quanto em exposição internacional, quanto precisa estar disponível em cada prazo.

    Esta é a decisão que mais explica o comportamento futuro de uma carteira. Ela vem antes de qualquer nome de produto.

  5. 05

    Implementar

    Apresentar as alternativas aplicáveis dentro da plataforma da instituição intermediária, explicar características, custos e riscos de cada uma, e realizar as operações mediante a sua decisão e a sua autorização.

    A Ocre não toma decisões discricionárias pelo cliente e não administra nem gere patrimônio de terceiros. A escolha e a autorização são sempre suas.

  6. 06

    Acompanhar

    Revisitar alocação, mercado, objetivos e mudanças relevantes na sua vida. Um filho que entra na faculdade, a venda de um negócio, uma mudança de país, uma aposentadoria antecipada: tudo isso altera a estrutura correta.

    Alocação não é evento único. É a parte do trabalho que continua depois que a primeira aplicação foi feita.

A etapa 01 é uma conversa. É por ela que tudo começa, e ela não tem custo nem proposta de produto.

Escopo da atividade

A fundação antes da arquitetura.

O que um Assessor de Investimentos faz, e o que ele não pode fazer. Essa distinção não é burocracia. É o que define de quem é a decisão sobre o seu patrimônio.

A Assessoria de Investimentos faz

  • Prospecção e captação de clientes
  • Recepção de ordens
  • Orientação sobre os procedimentos para transmissão das ordens
  • Prestação de informações sobre produtos e serviços disponibilizados pela instituição intermediária
  • Suporte e recomendações inerentes à relação comercial, observando o perfil de suitability e as regras da instituição

A Assessoria de Investimentos não faz

  • Não administra nem gere o patrimônio de investidores
  • Não toma decisões discricionárias pelo cliente
  • Não realiza administração de carteira
  • Não presta consultoria de valores mobiliários
  • Não presta análise de valores mobiliários

Toda operação depende da sua decisão e da sua autorização. Sempre.

Perguntas frequentes

Sobre o processo.

Quanto tempo leva até a primeira alocação?

Depende da complexidade do patrimônio e da disponibilidade das informações. As etapas de entender e organizar costumam ocupar as primeiras conversas. Não há vantagem em acelerar: uma alocação estruturada sobre informação incompleta precisa ser refeita depois.

Preciso transferir tudo o que tenho hoje?

Não. A conversa começa por entender o conjunto, inclusive o que está em outras instituições. O que faz sentido movimentar, e quando, é uma decisão sua, tomada com as informações na mesa.

Quem decide onde o meu dinheiro é aplicado?

Você. A Ocre apresenta as alternativas disponíveis na plataforma, explica características, custos e riscos e estrutura uma proposta de alocação. A decisão e a autorização de cada operação são sempre do cliente. Na forma da legislação da CVM, o Assessor de Investimento não pode administrar ou gerir o patrimônio de investidores.

Com que frequência a carteira é revisada?

A cadência de acompanhamento é combinada com cada cliente e considera o perfil, a complexidade do patrimônio e o horizonte dos objetivos. Além do calendário combinado, mudanças relevantes na sua vida são motivo para revisitar a estrutura fora da data prevista.

Como a Ocre é remunerada?

No modelo fee-based, a remuneração é acordada previamente com o cliente e tem como base o patrimônio sob acompanhamento, e não a escolha individual de produtos. Entenda o modelo em detalhe.

Quer ver como isso se aplica ao seu caso?

A primeira conversa serve exatamente para isso. Sem compromisso e sem proposta de produto.

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